Mariana tem a 9ª melhor gestão fiscal de MG, diz estudo da Firjan
(23/06/2015)
A gestão fiscal de Mariana é a nona melhor de Minas Gerais, segundo o IFGF (Índice Firjan de Gestão Fiscal), divulgado na sexta-feira (19) pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro. Isso quer dizer que az prefeitura está aplicando bem o que arrecada.
Com a nota de 0.7447 (de zero a um), o município de Mariana está na 80ª posição no ranking nacional. O estudo é referente ao ano de 2013 e leva em consideração alguns indicadores importantes como: receita própria, gastos com pessoal, investimentos, custo da dívida pública e liquidez (restos a pagar).
O estudo avaliou a situação fiscal de 5.243 municípios, que respondem por 96,5% da população brasileira, e apurou que 4.417 prefeituras apresentam situação fiscal difícil ou crítica, 808 têm boa gestão e 18 têm gestão de excelência.
O prefeito Duarte Junior “Du” comemorou o fato de Mariana estar entre os municípios mais bem posicionados no ranking estadual e nacional. “Apesar de estarmos passando por um momento difícil, de crise econômica, o prefeito Celso Cota vinha fazendo o necessário para que mantivesse as contas públicas organizadas, e agora é a nossa obrigação manter essa organização. É uma vitória para o município estar tão bem posicionado nesse ranking e mostra que estamos fazendo o nosso dever de casa, aplicando os recursos públicos no lugar certo", disse o prefeito.
ENTENDA
O índice é composto por cinco indicadores, a seguir:
1) Receita própria, que mede a dependência dos municípios em relação às transferências dos estados e da União;
2) Gastos com pessoal, que mostra quanto os municípios gastam com pagamento do funcionalismo, em relação ao total da receita corrente líquida;
3) Investimentos, que acompanha o total de investimentos em relação à receita corrente líquida;
4) Liquidez, que verifica se as prefeituras estão deixando em caixa recursos suficientes para honrar suas obrigações de curto prazo, medindo a liquidez da prefeitura como proporção das receitas correntes líquidas;
5) Custo da dívida, correspondente às despesas de juros e amortizações em relação ao total das receitas líquidas reais.
