Nota de Esclarecimento - Procuradoria Municipal

(22/04/2015)
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A Prefeitura de Mariana esclarece:

Na manhã dessa quarta-feira (22) o Ministério Público realizou diligência na Procuradoria Municipal para cumprir mandado de busca e apreensão de um contrato de locação de imóvel. A operação, que normalmente é realizada apenas por um oficial de justiça, contou com forte aparato policial, chamando a atenção dos cidadãos que estavam na Prefeitura e no seu entorno. Sobre a operação, a Prefeitura salienta alguns aspectos:

1- O contrato em questão já havia sido encaminhado e protocolado no Ministério Público em 27 de fevereiro de 2015. Por erro da Prefeitura foi encaminhada uma cópia, e não o documento original assinado. Contudo, bastava uma ligação ou mesmo um ofício para que o jurídico municipal reenviasse o documento correto.

2- Policiais que poderiam empenhar o seu tempo em prol de um bem maior se dedicaram a uma ação em que a sua participação era completamente dispensável, visto que o mandado era apenas para a busca de um contrato original, o que não necessita de aparato policial.

3- O Ministério Público utilizou recursos e tempo de servidores do Estado em missão desnecessária e totalmente temerária, constrangendo a população presente e levantando dúvida sobre a real intenção do MP no caso.

4- O Ministério Público é um órgão de extrema importância na vida pública de todos os cidadãos. Dessa forma, não pode e não deve se portar da forma como vimos nesta manhã, pois corre o risco de colocar em dúvida o seu trabalho e seu compromisso com a sociedade. 

5- Por fim, um questionamento: é mesmo necessária a presença do promotor de justiça e de tamanho aparato policial para buscar um simples contrato de locação, cujo valor é de R$2.500,00 mensais? 

O imóvel alugado fica na Rua Alexandre Alves, número 25, em Monsenhor Horta, e serve de sede da Polícia Militar no distrito. A Prefeitura paga R$2.500,00 mensais pelo imóvel.